quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O Paladino da verdade - Baptista Bastos


Estive hoje a ler o artigo de opinião de Baptista Bastos no DN e fico indignado como um jornal com o prestigio que o DN tem, critica a JPSá Couto de ser um dos arguidos no "Carrocel" do IVA que ainda não foi condenado e, tem a distinta lata de continuar a dar cobertura a um também usurpador do dinheiro dos meus impostos.

Assim, não resisti e publico aqui o comentário que enviei para o nosso querido BB.

Opinião enviada para b.bastos@netcabo.pt

Finalmente.
Vê-se com este artigo que a podridão fecou.É preciso ter lata. O paladino da verdade tem razão. O Dr. Pedro Santana Lopes errou na CMLisboa. Errou porque deveria ter olhado para a sua linda casinha, retirado-lhe esse beneficio e entregue a dita cuja a quem realmente precisa dela.

Tenha vergonha, ganhe juizo e não cuspa no prato onde come.O Sr. Baptista Bastos usufrui de uma casinha com o dinheiro dos meus impostos.
Retrate-se que ainda vai a tempo e só lhe fica bem.


Lisboa precisa de alguém que tenha uma visão estratégica para a cidade e para a região e o Dr. Pedro Santana Lopes é a única pessoa disponível e com capacidade para o fazer.

Já agora Sr. paladino da verdade. Porque é que o Sr. não se candidata para saber se para além de si, mais alguém votaria nas suas ideias, isto, se tivesse ideias.
O Sr. só sabe falar do outros, criticar os outros e querer o que é dos outros. O Sr. não passa de um pobre, coitado invejoso

Carlos Alberto Silva

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Mensagem ao Menino Guerreiro Pedro Santana Lopes




Caro amigo.

Peço desculpa por o tratar assim mas, acredite que cada vez me sinto mais seu amigo.
Já disse aqui anteriormente a minha opinião sobre si. E os amigos também servem para nos defender. Não que o Dr. precise sequer de defesa mas cada um de nós com o nosso apoio, tenho a certeza que o ajudarão a tomar melhores decisões.

Acredite também que gosto deste momento em que o nome do Dr. Santana Lopes aparece por tudo e por nada.

Acredito que é apenas uma demonstração do nervosismo, da falta de valor e da falta de ética que a escumalha subjugada ao corredor do poder tenta transmitir ao país, aos cidadãos eleitores. Mas como se costuma dizer, o povo é sábio e sabe quem o trata, quem lhe quer bem, quem luta por ele e quem sabe o que quer para ele no futuro.

Acredito que estas nuances só o tornam mais forte, mais guerreiro, mais sábio. É nas urnas que o povo julga, não na comunicação social. O Dr. Só tem que fazer aquilo que faz e que sabe fazer bem: Pensar, decidir e agir. Gostava de conhecer outro político da sua têmpera mas o único de que me lembro morreu num acidente aéreo num longínquo mês de Dezembro.

Eu vi o circo que foi o Contra Informação, Vi o “Falar para o Boneco”. Não concordo consigo. Reparou que das duas personagens, o esperto era o gigantone e o bobo um que se diz presidente da câmara? Não viu a figura ridícula que o bobo fez? Reparou quando o gigantone, mais esperto que o outro lhe disse que ele seria candidato a Primeiro-Ministro em 2013?

Mais aborrecido fiquei quando vi no Expresso uma reportagem sobre os ateliers da autarquia entregues em cada um dos mandatos autárquicos dos últimos 30 anos. Vi que o seu mandato foi o único que entregou ZERO ateliers. Evidente que isso só se nota numas letras pequeninas que estão lá para o meio. Porque tenho a certeza que se tivesse entregado MEIO atelier, o seu nome apareceria em letras garrafais no título da reportagem.

Eles andam nervosos Dr. Eles sabem que é a única pessoa capaz de os derrotar. Eles sabem que é a única pessoa que pode acabar com essas injustiças. Recordo a Dina Aguiar, pessoa que admirava e por quem tinha um carinho e um respeito especial, recebeu um atelier com casa porque a sua filha tem um curso de Belas Artes? Querem comparar estas situações com algum desgraçado que precisa de uma habitação para viver?
Mais uma vez lhe digo, Lisboa precisa de si, Portugal precisa de si, o PSD precisa de si.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Crise Financeira? E a crise dos Portugueses?


Tradução: Não é que as pessoas pobres com mau crédito não têm dinheiro para comprar uma casa. Quem diria?





Parece incrível o que está a acontecer na banca americana e um pouco por toda a banca mundial.

Sou liberal e adepto da economia de mercado e, penso que desta vez ela também deve ser deixada a funcionar. Estamos a falar dos Estados Unidos onde o Estado nunca actua no mercado, deixa-o funcionar e recolhe dele os seus dividendos. Estamos a falar de um sector onde os senhores de Wall Street com um simples sussurro ganham milhões. Estamos a falar de um país onde é permitido a toda a gente ter a habilidade para ter êxito e também é permitido ter a habilidade para fracassar. Não sabia é que fracassar está limitado ao sector financeiro, aos senhores de Wall Street. Os mesmos que de certeza já deixaram cair milhares de empresas e desta forma deixaram cair milhares de empregos porque a sua religião, e bem, é o lucro.

Mas quero essencialmente falar de Portugal. Do nosso governo, este e todos os anteriores dos chamados da economia de mercado ou economia liberal, que sempre deixaram o sector financeiro actuar a seu bel prazer. São as offshores, são o não pagamento de impostos, são os benefícios fiscais (que de beneficios são só para os bancos), etc, etc. Recordo-me de ainda bem recentemente a banca portuguesa anunciar lucros de mais de 100 milhões de euros ao trimestre. Lucros esses na sua grande maioria são dos empréstimos para a Habitação pessoal, onde até existiam bancos que nos ofereciam um cheque para comprar a mobilia só para passar o empréstimo para a sua instituição.
Não nos podemos esquecer que estes bancos enriqueceram com empréstimos altissimos aos cidadãos e ao próprio estado. Hoje, se qualquer empresário necessita de um empréstimo para um projecto de internacionalização ou para um simples investimento, a banca envia como resposta um NÃO, porque, dizem eles a época não está para empréstimos, não existem mais recursos com tanto empréstimo para tudo e para nada. Ele é a casa, ele é mais um Shopping, ele é mais um aeroporto, ele é mais um avião, etc, etc.

E o que devemos de pensar de um governo, nomeadamente dos governos PS que realizam obras pendurados nos empréstimos bancários por si consumidos ou consumidos por empresas particulares na realização de obras a que o estado chama de "investimento privado", tal como o caso das SCUT's. Estes recursos não são infinitos. Mas se o estado consome estes recursos, o que sobra para as empresas privadas? Onde poderão elas recorrer a fundos financeiros para apoiar as suas exportações, criar novas unidade fabris, internacionalizar as suas empresas?

Coitado deste povo, que vê um governo preocupado com o que se passa nas empresas privadas, como é o caso da banca e não se preocupa com as centenas de milhares de famílias que estão a entrar em bancarrota, muitas delas, devido ao facilitismo concedido por essa mesma banca.

Acorda PORTUGAL.

Está na hora de aceitar pelo menos por uma vez o conselho do nosso primeiro-ministro. Está na hora da MUDANÇA. Temos que correr com estes burocratas despesistas do dinheiro alheio. Acusam eles de o Major em Gondomar oferecer varinhas mágicas com o dinheiro dele e o nosso primeiro-ministra anda a oferecer computadores a quem não precisa com o dinheiro de nós todos. Sim, alguém terá que pagar a factura e no final será sempre do bolso dos portugueses.

Tal como diz o Obama. WE CAN

Viva Portugal

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Lógica? A propósito de um comentário do Dr. Pedro Santana Lopes




Gosto do post mas não gosto do título. Não é um título á Dr. Pedro Santana Lopes.

Chega de ser bonzinho. Gosto mais do PSL guerreiro, combativo, apaixonado pelas causas e fiel aos seus ideais.

Não quero assim dizer que deixou de o ser mas, atendendo a tudo o que tem acontecido na imprensa nos últimos dias, espero mais de si, preciso mais de si, os portugueses e os lisboetas precisam mais de si.

Sou um gaiense dos sete costados mas vivi 2 anos e meio em Lisboa. Tal como acontecia há 10 anos atrás quando ia para Lisboa dizia que era do Porto porque tinha vergonha de dizer que era de Vila Nova de Gaia porque, isso implicava, pelo menos umas largas explicações sobre o porquê da minha cidade ser assim menosprezada, difícil de ser atravessada, um caos viário.
Nessa altura, chegar a Lisboa, entrar em Lisboa ou passar por Lisboa significava no olhar de todo a gente: "Coitadito, tens mesmo azar. Tens mesmo de ir?" Realmente era a cidade desejada e odiada ao mesmo tempo.

Mas, tal como em Vila Nova de Gaia, também Lisboa teve o seu herói. Alguém que chegava para a salvar. Sim, porque eu recordo-me de a expressiva maioria de esquerda que governava a capital de uma forma "tão boa, tão eficiente e tão democrática" que na primeira verdadeira alternativa, deu o poder, corrijo, tirou o poder ao Dr. João Soares e acreditou no menino guerreiro Dr. Pedro Santana Lopes.

Tal como sei que o poder não se ganha mas sim que se perde, também sei que para ser presidente de uma Câmara existem dois tipos de candidatos. Os que obedecem aos aparelhos partidários e se querem promover e, os que têm uma visão, uma estratégia, uma ideia, mesmo que se queiram na mesma promover.

O povo não é parvo e sabe bem em quem deve votar e em quem merece o seu voto. E na altura, na câmara de Lisboa estava tudo tão bem que os ocupantes da cadeira do poder perderam porque alguém apareceu como alternativa para, tal como aconteceu aqui em Gaia, posicionar Lisboa novamente no mapa.

Recordo-me de pelo menos 2 projectos emblemáticos a que deu início logo que tomou posse: O túnel do marquês e o projecto do parque mayer.
Só alguém com visão alargada pode perceber o quão importante o túnel tornaria mais fácil a vida dos lisboetas e das pessoas que têm que aceder à capital ou, das pessoas que têm que atravessar Lisboa para se deslocarem mais para Sul. Hoje, a obra existe, e que bom que é demorar 3 minutos a chegar a Almada a partir do Marquês. Esses palermas com o Sá Fernandes que se escondem no alto das suas doutrinas burocráticas e que não passam de invejosos, odeiam os que conquistaram o poder por méritos próprios mas que só esperam uma oportunidade para ocuparem os seus lugares, mesmo que a contribuição que tragam á causa pública seja ZERO. Esse, hoje, se fosse um cidadão livre e honesto, deveria ouvir a opinião dos cidadãos sobre a obra e, posicionar-se diante de si de joelhos, pedindo-lhe perdão e com uma vergasta deveria fustigar as costas, como pena, pelo transtorno que causou aos cidadãos.

O projecto do Parque Mayer com assinatura de Frank Gehry mostrou que sabia bem o que queria. Queria dar um pontapé na pequenez que este povo lusitano tem de ninguém nos considerar, mas de nos julgar, pela história, que ainda vamos dar mundos ao mundo. Sim, seria um princípio para Lisboa se afirmar como cidade do mundo. Vejam Bilbao. Depois de ser uma cidade minúscula espanhola, na região basca, é antes de mais e com profundo conhecimento no mundo, a cidade do Guggenheim, a cidade da obra de Frank Gehry. Essa foi a visão que tiveram para Bilbao e que estará lá para sempre. Essa era a visão que tinha para Lisboa mas que não lhe permitiram acontecer. Mas agora as vergastadas deveriam ser para muitos e, aqui também fica o meu contributo como cidadão, principalmente para Luis Marques Mendes. Como é possível que a uma pequena figura seja permitido manietar o sonho que foi de muitos?

Mas, tudo isto para lhe dizer que apoio a sua eventual candidatura á CMLisboa. Muitos devem ser os que andam nervosos porque mesmo sem falar no assunto, já começou a imprensa a tentar destruir essa possibilidade com todo o tipo de noticias que querem associar á sua pessoa. Se são coisas más as referências são sempre a si. Se são coisas boas, ninguém faz referência a si. Não tenho dúvida de que a imprensa e alguns jornalistas lacaios de subserviências destroem quem querem e promovem quem querem.

Vejam o endeusado primeiro-ministro que de tanta em tanta mentira é sempre traduzido no que lhe dá mais jeito, não havendo jornalistas para dissecar as suas conferências de imprensa, nem sequer para uma perguntinha mais apimentada. Se o fazem, o jornal é tirado das listas de publicidade e anúncios oficiosos do governo ou das autarquias por si controladas e, jornalistas que em Lisboa, fazem o que for preciso para serem convidados para este evento e quem sabe talvez um bilhete para acompanhar algum membro do governo num próximo périplo pelo mundo ou, ser convidado e credenciado para a recepção a algum membro de governo estrangeiro.

Recentemente foram colocadas manchetes na imprensa sobre eventuais benefícios ilícitos na entrega de casas sociais durante o seu mandato. Mais uma cavala montada contra PSL.

Sim, porque hoje ao ver o JN e ler o artigo de opinião do Mário Crespo, jornalista que tal como o vinho do Porto, está cada vez melhor, verificámos que afinal o compadrio que acusam de ser criado pela classe politica, afinal pode ser causado por uma classe jornalística que como em todas as profissões, quando a concorrência aperta, de tudo fazem os incapazes para poderem sobreviver. E, pelo que li, já há mais de 20 anos que os políticos, fazem politica e os corruptos são corrompidos...

Nota final: Costuma o meu irmão, empresário que muito estimo, dizer-me que os políticos são todos uma cambada de corruptos e que deviam de ser todos presos. Costumo perguntar-lhe como se chamam as pessoas que corrompem os políticos. Será que são empresários? Profissionais do tacho? Profissionais da imprensa?

Enfim, não desista, precisamos todos de si e mais do que nunca, o PSD precisa de si.

Bem haja

Carlos Alberto Silva

Consultem:

http://pedrosantanalopes.blogspot.com/2008/09/lgica.html

http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1019168&opiniao=M%E1rio%20Crespo